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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Alfabetização Científica no Clube de Ciências do Ensino Fundamental: uma questão de inscrição

Periódico: Revista Ensino
Publicação: Volume 12, numero 2, maio- agosto 2010, p. 11-26

Titulo do artigo: Alfabetização Científica no Clube de Ciências do Ensino Fundamental: uma questão de inscrição

Autor: Moisés Alves de Oliveira

 

RESUMO:

Neste trabalho são apresentadas algumas reflexões acerca do processo de alfabetização científica em atividades práticas de um clubinho de ciências. A questão que motivou a pesquisa foi: Quais mediações articulam a alfabetização científica e a realidade das coisas? A perspectiva teórico-metodológica valeu-se do conceito latouriano de inscrição e da perspectiva etnográfica não moderna. A análise foi desenvolvida em duas etapas: A) uma descrição considerando o efeito da exposição visual como inscrição direta, que mantém dicotomizadas as concepções de natureza e conhecimento; B) levando-se em conta as mediações que se articulam como inscrição para tornar possível um conhecimento científico específico. Finalizamos propondo que a realidade existe quando a inscrição torna inseparáveis os meios que produzem do que é produzido, segundo um maneirismo particular.


Palavras-chave: Alfabetização Científica; Inscrição; Clubinho de Ciências

A Alfabetização Científica na Educação de Jovens e Adultos em Atividades Baseadas no Programa “Mão na Massa”

Periódico: Revista Ensino
Publicação: Volume 15, numero 2, maio-agosto 2013, p.123-140
Titulo do artigo: A Alfabetização Científica Na Educação De Jovens E Adultos Em Atividades Baseadas No Programa “Mão Na Massa
Autores: Luan da Costa Ramos, Luciana Passos Sá

RESUMO:

No presente trabalho tivemos o objetivo de promover a alfabetização científica na Educação de Jovens e Adultos por meio de atividades investigativas pautadas nos princípios do projeto “Mão  na Massa”. Foram realizadas atividades relacionadas à flutuabilidade dos objetos, envolvendo conceitos como densidade, empuxo, pressão,  superfície de contato, dentre outros. Na análise dos dados utilizamos  como referencial teórico os Indicadores de Alfabetização Científica, propostos por Sasseron e Carvalho. Buscamos identificar, em falas e desenhos dos alunos, indícios do emprego desses indicadores para, com isso, verificar se a alfabetização científica foi favorecida com a proposta. As atividades tiveram boa receptividade dos alunos e os resultados apontam para a necessidade de melhorias na qualidade do ensino de ciências praticado  nessa modalidade de ensino.


Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos. Ensino de ciências. Alfabetização científica.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social.

Periódico: Revista Brasileira de Educação
Publicação: 2003 - Volume s/v, número 22
Titulo do artigo:
Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social.
Autor:
CHASSOT, Attico.

Resumo
Partindo de uma caracterização da escola - um cenário recentemente modificado - se analisa o ensino de ciência na mesma, generalizando-se as observações para os diferentes níveis da escolarização formal. Apresenta-se a ciência como uma linguagem para a descrição e compreensão do mundo natural. Uma releitura de Barthes é apoio para essa definição de ciência. Defende-se que a alfabetização científica - um analfabeto científico é aquele que não sabe ler a linguagem em que está escrita a natureza - possa ser responsável não apenas pela facilitação do entendimento do mundo, mas por ajudar a transformá-lo em algo melhor. A alfabetização científica é vista também como possibilidade para fazer inclusão social, sendo óbice para isso o presenteísmo (vinculação exclusiva ao presente, sem enraizamento com o passado e sem perspectivas com o futuro) e o cientificismo (crença exagerada no poder da Ciência e/ou atribuição à mesma de fazeres apenas benéficos). O dogmatismo, marcado pelo positivismo, é apresentado como uma das marcas para uma não-alfabetização científica.
Palavras-chave : alfabetização científica; ciência como linguagem; ensino de ciências; dogmatismo.

domingo, 13 de abril de 2014

Alfabetização científica: pensando na aprendizagem de ciências nas séries iniciais através de atividades experimentais


Alfabetização científica: pensando na aprendizagem de ciências nas séries iniciais através de atividades experimentais

Periódico:Revista Experiência em Ensino de Ciências
Publicação: Vol. 6, nº1,  2011
Título do artigo: Alfabetização científica: pensando na aprendizagem de ciências nas séries iniciais através de atividades experimentais
Autores: Sirlley Jackelline Gadéa, Rejane Cristina Dorn


Resumo:
Nesse trabalho, verificamos as possibilidades de ensino-aprendizagem dos significados de conceitos físicos para crianças das primeiras séries do Ensino Fundamental (1º e 2º ciclo), em ambientes formais e não formais de ensino, na cidade de Feira de Santana, BA. Nesse sentido, desenvolvemos atividades experimentais (?lúdicas?), criando situações que proporcionem a aprendizagem significativa e, portanto, a Alfabetização Científica. Procuramos identificar, através do estudo e interpretação de diálogos, desenhos e mini-textos espontâneos das crianças, as evidências necessárias à assimilação e compreensão dos conceitos físicos. Usamos processo da descoberta e do interesse natural das crianças em manipular objetos, pois ao agir sobre um determinado objeto vê-se despertar na criança a curiosidade em saber a razão para os fenômenos observados nos experimentos, com o intuito de encorajá-los à estruturação de novos conhecimentos. Ao realizar atividades ?lúdicas?, com uma visão construtivista da Ciência, estamos dando oportunidade às crianças de exercer suas habilidades e desenvolver sua capacidade crítica e reflexiva, pois o desenvolvimento das estruturas cognitivas é a base para que a criança possa construir os conceitos e entender os princípios de todas as áreas do conhecimento e não somente da Física.

Palavras-chave: ensino de ciências, conceitos físicos, ensino-aprendizagem, ensino fundamental (1ºe 2º ciclos)
Link:http://if.ufmt.br/eenci/artigos/Artigo_ID136/v6_n1_a2011.pdf

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CONSTRUINDO ARGUMENTAÇÃO NA SALA DE AULA: A PRESENÇA DO CICLO ARGUMENTATIVO, OS INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E O PADRÃO DE TOULMIN

Autores: Lúcia Helena Sasseron; Anna Maria Pessoa de Carvalho

Resumo
O que subjaz à construção dos argumentos em sala de aula é o tema central deste trabalho. As orientações para a observação deste processo são os trabalhos sobre o papel da fala e dos diferentes discursos em sala de aula, bem como os elementos que estão em jogo quando se pretende alcançar a Alfabetização Científica. Analisamos discussões ocorridas em sala de aula e, a partir dos resultados obtidos, foi possível tecer relações entre estes dois temas de estudo da Didática das Ciências e encontrar indícios da existência de um ciclo por meio do qual as argumentações ganham coerência e completude.

Palavras-chave: Argumentação. Alfabetização científica. Padrão de argumentação de Toulmin





ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL 1: PERFIL DE UM GRUPO DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO CONTINUADA NUM CONTEXTO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA

Periódico: Ciência & Educação
Publicação: Vol. 17, Nº 3 (2011)
Título do artigo: ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL 1: PERFIL DE UM GRUPO DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO CONTINUADA NUM CONTEXTO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
Autores: Rogério Gonçalves Nigro; Maria Nizete Azevedo

Resumo:
Neste trabalho, apresentamos parte do perfil de 24 professores de 1º ao 5º ano envolvidos num projeto de formação continuada, que tinha o objetivo de promover a alfabetização científica. Por meio da análise de respostas a um questionário e de entrevistas, verificamos objetivos conferidos à Ciência escolar, além de atribuição de importância e grau de confiança para ensinar esta em relação a outras disciplinas escolares. Constatamos que esses docentes conferem grande destaque à disciplina de Língua Portuguesa, indicam predominantemente que o ensino de Ciências deve objetivar a educação ambiental e o ensino-aprendizagem de conceitos, bem como parecem estar relativamente seguros quanto às suas práticas. Nossa conclusão é que, em seu atual estágio de desenvolvimento profissional, esses docentes não explicitam o que a ideia de alfabetização científica possa implicar para os seus objetivos na educação em ciências, nem como conciliar essa ideia com o alto peso que é dado ao ensino de Língua Portuguesa.

Palavras-chave: Formação de professores. Ensino Fundamental. Alfabetização científica. Ensino de Ciências.
Link: http://www2.fc.unesp.br/cienciaeeducacao/viewarticle.php?id=914&layout=abstract