Mostrando postagens com marcador Universidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de novembro de 2014

Formação inicial do professor pesquisador através do programa PIBIC/CNPq: o que nos diz a prática profissional de egressos?.

Periódico: Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas)
Publicação:  - 2009, Vol. 14, n. 2
Titulo do artigo:
Formação inicial do professor pesquisador através do programa PIBIC/CNPq: o que nos diz a prática profissional de egressos?.
Autor: PIRES, Regina Celi Machado.
Resumo
Este artigo versa sobre os resultados de uma pesquisa de doutorado (2008). O objetivo foi conhecer, analisar e explicar as contradições, harmonias, correspondências e diferenças existentes entre a formação inicial do professor pesquisador universitário, realizada pelo PIBIC/CNPq/UNEB e a prática profissional de seus egressos. A hipótese principal de trabalho entende que o egresso do PIBIC/CNPq se torna um professor pesquisador universitário. Acompanhamos o surgimento e desenvolvimento de órgãos que apoiaram a formação de recursos humanos para a pesquisa no país e ressaltamos o surgimento do CNPq (1951), com a criação da Bolsa do Estudante que viria a se tornar o PIBIC (1989). Trabalhamos com questionário eletrônico, entrevista semi-estruturada e análise de documentos. Detalhadamente, analisamos as Resoluções Normativas do PIBIC/CNPq e pesquisamos 87 egressos (69%), em uma população de 127 (PIBIC/UNEB -1997-2007), com recorte para uma subamostra de 21 casos, que afirmaram estar na docência do ensino superior. Oito desses egressos foram entrevistados, em profundidade e suas falas categorizadas e analisadas, na perspectiva do materialismo histórico-dialético. Concluímos que, embora os egressos PIBIC/UNEB alcancem o mestrado na medida julgada satisfatória pelo CNPq, um professor da educação superior, nas condições de trabalho demonstradas, não consegue desenvolver pesquisa em nível de qualidade. As proposições visam um salto qualitativo indispensável à formação de novas gerações de professores pesquisadores. Essa preparação deve contemplar formação geral, filosófica e metodológica, orientada para a transformação do modo de produzir ciência, no país, partindo-se da concepção do pesquisador em bases reais, como um trabalhador e não como um ser idealizado e talentoso.
Palavras-chave : Formação professor-pesquisador; Universidade; Iniciação científica; PIBIC/CNPq; Avaliação de egressos.
Link:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1414-40772009000200012&lng=pt&nrm=is&tlng=pt

Tecnociência, pensamento e formação na educação superior.

Periódico: Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas)
Publicação:  - 2014, Vol. 19, n. 3
Titulo do artigo:
Tecnociência, pensamento e formação na educação superior.
Autor: GOERGEN, Pedro.
Resumo
Este ensaio tem o propósito de refletir sobre a relação entre conhecimento, pensamento e formação, no contexto da educação superior. Ponto de partida é a relevância do uso intensivo da ciência e tecnologia para a vida social, política e econômica na sociedade contemporânea. Dentre as principais instituições encarregadas de desenvolver e difundir conhecimento e tecnologia encontram-se aquelas da área de educação superior. Elas assumem cada vez mais o discurso do conhecimento instrumental, útil e mercadológico, sem considerar seu lado controverso e obscuro, em termos sociais e históricos. Neste mesmo movimento, relegam a um segundo plano sua tarefa crítico-reflexiva e formativa das novas gerações. Pretendo chamar a atenção para esta realidade, defendendo a tese de que o pensamento crítico-transgressor é essencial ao processo formativo. E, em termos práticos, fundamental, também, da formação de docentes e estudantes.
Palavras-chave : Educação superior; Universidade; Ciência e tecnologia; Pensamento crítico; Formação docente.